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Está buscando trabalhar em um local diferenciado e ágil, participando ativamente em melhorias continuas da empresa e dos projetos desenvolvidos?

Você é um artista, curte trabalhar de shorts, camiseta e ser avaliado pelo resultado do seu trabalho?

Gostaria de somar forças em uma equipe que desenvolve portais e aplicativos móveis para empresas de grande porte, entre eles uma das maiores empresas de pagamentos do mundo e uma das maiores empresas de televisão?

Então, continue lendo que essa vaga é pra você.

A Informant está procurando mais um propulsor(assim chamamos os jogadores do nosso time) para embarcar em nossa nave e ir junto com nossos clientes a altura(Sonhe Alto). O desafio? Ajudar nosso time a entregar resultados com uma experiência fantástica.

Tá, mas quais são os desafios?

Certo, vamos lá. Você vai:

  • Criar propostas visuais para sites, blogs e plataformas web – Alguns de nossos clientes possuem manual de marcas, mas na maioria das vezes você será livre para criar 🙂
  • Sugerir melhorias no design dos projetos de acordo com a necessidade apresentada por nossos clientes.
  • Criar interfaces visuais para os aplicativos móveis que desenvolvemos.
  • Auxiliar o time de desenvolvimento no processo de implementação de interfaces(recortar, ajustar imagens e icones).
  • Ajudar na elaboração de wireframes para propostas comerciais e apresentações que encantem.

Diferenciais:

  • Conhecimento em desenvolvimento Front-end. Não vai ser seu objetivo principal, mas acreditamos que é importante para auxiliar seus colegas e até mesmo colocar a mão na massa quando preciso.
  • Conhecimentos básicos em Experiência do usuário(UX) – Você não precisa conhecer a fundo, mas o básico para conseguir incorporar nos seus trabalhos do dia a dia.  Se você não souber, não tem problemas, vamos lhe dar todos os incentivos para aprender.

O que não abrimos mão:

  • O mais importante,  sua vida pessoal e profissional devem ser coerentes com nossos valores, que você pode visualizar neste link.
  • Ser comunicativo. Sim, você vai falar com clientes muitas vezes. Aqui na Informant todos temos contato direto com clientes, e temos o dever de orientá-los nas melhores decisões.
  • Buscar sempre a melhoria contínua. A cada dia, buscar formas de otimizar nossos processos auxiliando a atingir nossos objetivos.

Local de trabalho:

Joinville – Santa Catarina – Se é legal viver aqui? Se você gosta de praias eu diria que sim.

As recompensas:

Além do salário que irá variar dependendo dos conhecimentos do candidato e experiência e os benefícios que consideramos “padrões”:

  • Vale alimentação no valor de R$ 400,00.
  • Plano de saúde de abrangência nacional.
  • Plano odontológico.
  • Investimos em treinamentos a fim de qualificar nossos jogadores de acordo com as necessidades que levantamos.

Também oferecemos alguns benefícios que são vitais a nossa cultura:

  • Horário flexível de trabalho.
  • Vestir-se como se sente bem – OBS: Roupa de praia só na piscina 😉
  • Ambiente descontraído.
  • Um PS4 com diversos jogos. Todos os dias rolam desafios de Fifa Online.
  • Buscamos ao menos uma vez por ano fazer uma viagem para fora do Brasil com toda a equipe – Não acredita? Em 2014 o destino foi San Andres. Você pode conferir um pequeno video da viagem aqui.

E ai, curtiu?

Entre em contato conosco através do email talentos@informant.com.br e vamos conversar.

Não esqueça de enviar seu portfólio.

Essa vaga não é pra você?

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Vaga para Designer Visual / WebDesigner
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Trabalhar em equipe é sem dúvida a melhor maneira de se executar qualquer tipo de tarefa, principalmente quando essa tarefa exige dos profissionais um grande conhecimento técnico no assunto, como é a indústria de fabricação de software.

Para ir além do trabalho em equipe estudiosos de metodologias ágeis de desenvolvimento criaram o pair programming. Do inglês, pair programming significa programação pareada e envolve dois programadores trabalhando na mesma máquina para se alcançar um resultado superior no código. Um dos programadores é o “driver”, que escreve o código, enquanto o outro é o “observador” que revisa cada linha em busca de erros.

Enquanto o observa, o segundo programador também pode ajudar na estratégia de desenvolvimento, apontando o melhor caminho que o código deve tomar. Pair programming já vem sendo utilizada por muitas empresas ao redor do mundo e nos próximos parágrafos você irá entender como você pode tirar proveito dela. Confira:

Vantagens de pair programming

Um código de qualidade é apenas uma das vantagens apresentadas por pair programming. Algumas pesquisas apontam que programadores pareados gastam 15% mais de tempo do que programadores individuais para escrever o mesmo código. Por outro lado, o resultado costuma ter 15% menos erros, reduzindo assim o custo de manutenção e correções ao longo do tempo de vida do software.

Também é comum que o pair programming incentive um aprendizado entre os desenvolvedores e ajude a reforçar a comunicação na equipe. Pair programming permite que os membros do time compartilhem seus problemas e soluções entre eles, incrementando a troca de informações.

Por fim, segundo pesquisa de IEEE, 96% dos programadores preferem trabalhar em dupla do que individualmente, demonstrando que esse tipo de programação acaba sendo mais vantajosa para o profissional.

Como funciona o pair programming

O pair programming pode ser dividido em quatro combinações: expert-expert, quando se busca a mais alta produtividade e excelente resultados; expert-novato, para que haja a oportunidade de se criar um vínculo de mentoria; novato-novato, ainda que a produtividade e a qualidade sejam baixas, é uma maneira de se treinar novos programadores; e remota, quando a pair programming ocorre através de editores de texto em tempo real com os programadores em locais separados.

Em geral, a modalidade expert-expert costuma não ser boa para que se descubra novas formas de se resolver os problemas, já que esse tipo de programador não está aberto a tentar novos caminhos. Se o objetivo for inovar, o pareamento do tipo expert-novato se encaixa melhor na estratégia da empresa.

Quando adotar

Para muitas empresas, adotar o pair programming pode significar uma quebra nas metodologias de trabalho. Isso pode gerar atrito entre desenvolvedores e prejudicar o andamento de projetos. Dessa forma, a migração para o pair programming precisa ser feita de maneira cautelosa.

Por outro lado, toda empresa que deseja aumentar sua produtividade e qualidade das entregas deve considerar o uso de pair programming, principalmente se o time de desenvolvedores possuir profissionais mais experientes.

Encontrar a melhor estratégia pode exigir testes, reuniões e paciência dos gestores, mas o resultado final pode surpreender mesmo os programadores mais céticos. Dúvidas? Vamos conversar nos comentários abaixo!


Um computador, dois programadores. Conheça o pair programming!

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Keyboard

Todo bom programador conhece – e tem disponível para si – uma grande variedade de ferramentas que o ajudam a construir softwares melhores, mais rápidos e confiáveis. Com todo o avanço da tecnologia, atualmente não é mais necessário confiar apenas numa página de texto em branco para que seu código atenda todas as demandas dos usuários.

Da mesma forma, os próprios browsers evoluíram para que as aplicações ficassem melhores. Neste sentido, não precisamos considerar apenas os avanços nos motores de renderização, mas principalmente nas possibilidades criadas pela inclusão de extensões – tanto no Google Chrome quanto no Mozilla Firefox.

Neste contexto, criamos uma lista com 16 extensões que todo programador precisa conhecer para levar seu código para o próximo nível de qualidade. Confira:

Programadores front-end

JSON View: extensão que serve para organizar qualquer arquivo JSON, deixando-o legível e mais fácil de trabalhar. É terrível abrir esse tipo de documento e dar de cara com milhares de caracteres sem indentação, não é? Essa extensão resolve!

W3C Validator: validar um código HTML ou CSS de acordo com as normas W3C ficou muito mais fácil com essa extensão. Basta entrar no site, clicar no botão e pronto.

jQuery API Browser: a maneira mais rápida de encontrar a documentação de qualquer API jQuery. Abra a caixa de busca, digite o nome do método e toda a documentação será carregada.

Frameworks: a extensão para descobrir quais frameworks o site que você está navegando utiliza.

Programadores mobile

Window Resizer: a extensão Window Resizer faz o que o nome promete, redimensiona a tela do navegador para testar como o site se comporta em resoluções diferentes. Uma mão na roda para quem se preocupa com design responsivo!

Ripple: Ripple é um emulador completo. Através dele é possível mudar simular perfeitamente como um smarphone reagiria ao seu código, incluindo a orientação da tela e até o acelerômetro.

Para usar com Github

Octofication: Após sincronizado com sua conta do GitHub, permite receber notificações dos repositórios que você acompanha.

Diff for Gist: é uma extensão que exibe as diferenças entre cada revisão do código, simplificando a manutenção e o acompanhamento, principalmente em trabalhos em grupos.

Webdesign

ColorZilla: ColorZilla é um “conta-gotas” instalado diretamente no seu Chrome que apresenta o código de qualquer cor, clicando sobre ela.

WhatFont: O WhatFont tem um funcionando muito parecido ao ColorZilla, mas para fontes. Selecione um trecho, aponte o WhatFont e descubra qual fonte está sendo utilizada.

Workflow

LiveReload: Extensão que evita a necessidade de ficar dando F5 para visualizar as alterações na página. Ajuda, principalmente, a economizar tempo na troca de janelas.

Performance

PageSpeed: Verifica cada aspecto do seu site e avalia se ele está de acordo com as diretrizes de desempenho e SEO do Google.

YSlow: Famosa ferramenta do Yahoo! que verifica a performance do seu site.

Speed Tracer: Analisa e gera relatórios sobre a velocidade de execução dos seus JavaScripts e seletores CSS, entre outros detalhes.

Outros

Firebug e WebDeveloper poderiam se encaixar em várias das categorias acima, mas estão em “Outros” porque ajudam em todo o processo de desenvolvimento através de ferramentas de debug e otimização.

Conhece alguma outra extensão importante que ficou de fora? Aproveite os comentários abaixo e complemente nossa lista!


16 extensões para Chrome que todo programador precisa conhecer

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Você sabia que mais de 50 milhões de pessoas estão com o nome sujo em nosso país? Essa estatística alarmante é um dos panos de fundo para o surgimento do Guia Bolso, startup que vem aplicando a inovação para resolver problemas antigos da rotina financeira dos brasileiros.

O Guia Bolso lançou seu consultor financeiro online no mercado em 2013 e, para isso, contou com a ajuda da Informant no desenvolvimento da solução. Atualmente, a empresa conta com aporte de recursos de fundos de investimento e investidores-anjo, e já faz planos de crescimento da plataforma para o futuro.

A empresa

O Guia Bolso é um portal que oferece uma ferramenta para controle financeiro pessoal, permitindo que os usuários entendam como estão gastando seu dinheiro e possam planejar os gastos para atingir suas metas pré-estabelecidas.

Funciona assim: o usuário se cadastra e informa seus principais rendimentos e despesas. Em seguida, a plataforma sugere dicas para renegociar dívidas ou identificar oportunidades para cortes de despesas.

Ao contrário do que se pode imaginar, a ferramenta atende não somente aos consumidores em apuros ou no limite nas contas do mês, mas também para as pessoas que poupam, mas não sabem bem como investir os recursos disponíveis.

A solução

Benjamin Gleason e Thiago Lobato Alvarez, empreendedores que fundaram o Guia Bolso, procuraram o apoio da Informant para agilizar o início da operação e construir o Minimum Viabel Product – MVP, ou seja, uma versão inicial com as funcionalidades mínimas necessárias para que o produto fosse lançado e validado no mercado.

A Informant, que já possuía experiências anteriores em aceleração de startups e desenvolvimento rápido de produtos, participou em dois momentos cruciais: a elaboração da plataforma e a preparação da infraestrutura na nuvem para recebê-la. Tudo isso aconteceu através da aplicação de metodologias ágeis de desenvolvimento para obter maior velocidade na validação e entrega de funcionalidades.

Além de atuar diretamente na criação do MVP e na aplicação das tecnologias necessárias, a Informant também realizou o repasse de conhecimento tecnológico e de processos de desenvolvimento para o cliente, consolidando uma parceria de sucesso.

Alcançando o topo

Atualmente, o Guia Bolso possui o seu próprio time de Pesquisa e Desenvolvimento, totalmente preparado para enfrentar os desafios tecnológicos que irão surgir à medida que a startup trilha seu caminho de crescimento.

Lançada há menos de um ano, a plataforma online já organizou mais de R$ 110 milhões em transações e, hoje em dia, recebe cerca de 400 mil visitantes por mês. Além disso, o Guia Bolso pretende investir mais de R$ 7 milhões, até 2015, para desenvolver aplicativos para smartphones e outras funcionalidades.

Para o CEO do Guia Bolso, Thiago Alvarez, a Informant se destacou entre as mais de dez empresas concorrentes e, caso fossem iniciar o processo de lançamento novamente, não hesitariam em repetir a decisão de contratação.

“Além de excelentes profissionais, nos ajudaram com metodologia, melhores práticas e indicação de ferramentas e fornecedores. Foi ótimo poder contar com um parceiro que tem uma mentalidade parecida com a nossa. Juntos, trouxemos um pouco do Vale do Silício para o Brasil”, avalia Thiago.

Conheça outros cases de sucesso dos clientes da Informant em breve no nosso website.

 


Case de sucesso da Informant: Guia Bolso
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Creative Process

Há três formas de se resolver um problema: a correta, a errada e a GoHorse, que é igual à errada, só que mais rápida. Apesar de todas as linguagens de programação possuírem metodologias e processos que fazem delas ótimas aliadas na construção de novas ferramentas, ainda há uma grande parcela de desenvolvedores que teimam em ignorá-las e criam seus códigos da maneira que mais lhe convém. Essa falta de metodologia é que originou a criação da metodologia GoHorse que reúne em alguns axiomas o que há de pior em se tratando de desenvolvimento web.

Ignorar prazos, ignorar os clientes, ignorar o código. Para cada problema resolvido, criam-se outros sete e assim sucessivamente. Ainda que seja uma piada, a GoHorse exemplifica muito da realidade de inúmeras fábricas de software. Nelas, programadores são incentivados a serem autênticos, não respeitando padrões de código e compilando qualquer coisa que esteja funcionando. Isso significa que códigos monstros são gerados, que apenas farão encarecer a manutenção e tornar a aplicação lenta e insegura.

GoHorse também serve para nomear aqueles programadores que não testam seu código e muito menos procuram corrigir falhas, desde que essas não seja visíveis. Em geral, aplicações que começaram a ser escritas por GoHorse não podem ser refeitas, já que o acúmulo de lixo no código é tão grande que tornaria essa tarefa impossível. Dessa forma, GoHorse evita a todo custo que qualquer tipo de ordem seja implementada. Ou seja, GoHorse é completamente anárquica.

A não utilização de processos

A metodologia GoHorse incentiva que os processos sejam abandonas em prol da rapidez, mesmo que isso signifique não apenas um código ruim, mas a criação de mais problemas no futuro. Desde que esses problemas façam parte do próximo time de desenvolvedores, então não há problema.

Mas GoHorse não impacta negativamente apenas o código, mas a empresa como um todo. Não há comprometimento com prazos, a qualidade é relativa e o custo sempre irá extrapolar o planejado entregando menos funcionalidades. Isso significa que, aos poucos, a metodologia GoHorse também destruirá a reputação da empresa.

Pior que tudo isso, GoHorse incentiva que os programadores “abandonem o barco” sempre que algo sair do controle, como um código que não funciona mais ou então um cliente reclamando. Inclusive, se um membro da equipe sair, é muito provável que o projeto acabe, já que ninguém mais será capaz de continuar o mesmo código.

Como evitar a GoHorse

Evitar a GoHorse deve ser um cuidado que todo gestor de projetos deve tomar. Para isso é fundamental que ele conheça um pouco de tecnologia e tenha no seu time pessoas de confiança e comprometidas com o resultado.

Não é incomum ver projetos inteiros sucumbindo por falta de liderança e programadores preguiçosos. Dessa forma, crie uma metodologia de gestão de projetos capaz de evitar a falta de testes e a criação de código ruim. Mais do que isso, incentive o cumprimento de prazos e mantenha sempre todos engajados em torno dos objetivos da empresa.

Aos poucos você irá perceber que seu próprio time irá se rebelar contra praticantes de GoHorse fazendo com que o nível que qualidade do todo seja elevado.

E você, já praticou GoHorse? Conte-nos nos comentários abaixo o que você faz para se manter longe dessa “metodologia”.


Humor: Conheça a metodologia GoHorse!

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Informant07.05Creditar o sucesso ou o fracasso de um projeto apenas à uma pessoa pode parecer errado, ou então conveniente, mas é algo comum em equipes que utilizam scrum no desenvolvimento dos seus projetos. Isso acontece por conta de uma figura fundamental: o product owner.

O sentimento de “posse” que toma conta de muitos POs é causado por conta do poder que ele exerce sobre as decisões importantes do projeto. Ao não perceber que ele deve servir como elo entre o cliente – ou usário final – e o time, acaba colocando em risco todo o desempenho do software, gerando ferramentas inúteis e desperdiçando tempo e recursos. Para entender o papel do product owner, suas atribuições, acertos e erros, acompanhe os tópicos a seguir:

Quem é o product owner

O product owner é responsável por gerenciar o backlog do projeto. Ainda que ele tenha ajuda de outros membros do time, como arquitetos, desenvolvedores, analistas de negócio, entre outros, a decisão final precisa ser tomada por ele. Da mesma forma, nenhuma alteração ao escopo do projeto deve ser tomada sem a presença e o consentimento do product owner. É claro que isso não significa que suas decisões não possam ser questionadas, apenas que todas elas devem ser compartilhadas com ele.

O product owner pode ser o próprio cliente, mas o mais indicado é que seja alguém do próprio time com um visão global do projeto, que entenda tanto do negócio do cliente, quanto do desenvolvimento e dos processos da empresa.

O que faz e o que deveria fazer o product owner

Segundo os guias de scrum, é papel do product owner registrar e ordenar com clareza os itens de backlog do projeto, garantir que todos do time estejam cientes e entendam os itens do backlog, garantir o valor do trabalho da equipe e, por fim, perceber se o MVP está entregando o valor esperado pelo cliente e comandar as melhorias contínuas em ciclos interativos.

Mais do que isso, o product owner deve perceber que ele tem um papel duplo para o sucesso do projeto: ao mesmo tempo que acompanha o cliente através da construção do software, também mantém o time trabalhando em prol das entregas. Em resumo, 50% do tempo de um product owner deve ser gasto para entender o negócio do cliente enquanto os outros 50% devem ser gastos passando esse conhecimento para o restante do time.

O que não fazer como product owner

O papel de conectar clientes e time pode fazer com que o product owner não saiba lidar com tanto poder, se isolando em meio a tomadas de decisão. Em geral, esse comportamento é fatal para o projeto.

O ideal em projetos que possuam um product owner destacado é que se faça reuniões semanais entre cliente e equipe desenvolvimento. Ainda que haja um líder, a tendência é que a tomada de decisões seja um fardo dividido entre todos. Um indicativo dessa mudança acontece quando o product owner deixar de falar no singular – eu – e passa a utilizar o plural – nós. Ainda que pareça algo banal, é fundamental que o PO entenda que todos vencem ou falham juntos.

Você é um product owner? Trabalha para um? Conte sua experiência para nós nos comentários abaixo.


Entenda de vez o papel do Product Owner no SCRUM
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